sexta-feira, 27 de março de 2020

M&L - Desafio da Letra A

Olá galerinha! 

No vídeo de hoje vamos conhecer alguns instrumentos musicais que iniciam com a letra A. 


Gostou do desafio?  
Responda no caderno com a ajuda dos responsáveis !

Ah! você  também pode criar frases com os nomes dos instrumentos e deixar aqui nos comentários. Não esqueça de deixar seu nome! 

 Jamais deixe de lavar sempre as mãos e fique em casa o máximo que puder!!!
Pois, são recomendações de especialistas em saúde! 

quarta-feira, 18 de março de 2020

M&L - no EDI Rosenice Rocha - RJ





Na última sexta(13/03) rolou a oficina de percussão do projeto Música & Letramento com profissionais da Educação do EDI P. Rosenice Rocha em Barros Filho - Rio de Janeiro.

O trabalho teve o objetivo de levar para as profissionais conceitos básicos e práticas de instrumentos de percussão que auxiliem as professoras no cotidiano prático da Educação Infantil. Pois, através da atividade de instrumentos musicais com os pequenos podemos trabalhar coordenação motora ampla, coordenação motora fina, oralidade, percepção visual e auditiva, a relação da música e matemática...

Pensar atividades com música é pensar que todo instrumento tem sua história, que todo ritmo tem sua história e ainda é refletir sobre questões sociorracias. Pois, a influência de reterritorialização do continente africano nas bandas de cá é que nos permite conhecer ritmos complexos e tambores. O samba, o funk, o maracatu, o jongo, entre outros gêneros musicais são manifestações da cultura negra num contexto diaspórico( o negro fora do território africano).

Agradecemos o convite da coordenadora Alessa, a recepção de todo o grupo das profissionais e esperamos ter contribuído bastante para mudanças significativas nas práticas educativas.

Obs: destaque para o exemplo de máxima atenção na imagem! 😉📚🎶😍

#educacaoantirracista
#musicaeletramento
#livroxavier
#musicanegra
#escoladefunk

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

PALAVREANDO, VAMOS?




A PALAVRA PALAVREADAMENTE PALAVREA!

DEIXA EU MOLHAR A PALAVRA, POIS DELA MINHA CABEÇA ESTÁ CHEIA!

SE UMA PALAVRINHA INCENDEIA IMAGINE UM PALAVRÃO...
PALAVRA NÃO CABE NÃO MÃO!
MAS, TEM PESO DE CAMINHÃO!
CHAMA NA REFLEXÃO?

PALAVRA É  VERBO, PAPO RETO!
TEM DESTINO CERTO!

PALAVRA NÃO COMPRIDA É CAÔ!
PALAVRA QUE ASSUTA É TERROR!

PALAVREADAMENTE PALAVREANDO, VAMOS?
DE PALAVRA EM PALAVRA SIGO NA PROSA, VERSANDO?

PALAVRA PENSADA PODE NÃO SAIR PELA BOCA!
PALAVRA OUVIDA E LOGO  DITA É LINGUA SOLTA?

PALAVRA GIGANTE, PALAVRAS AO MONTE...
PALAVRA PRA RIR, PRA CHORAR...
PALAVRA AMIGA, PALAVRA PRA RIMAR.

EU AQUI PENSANDO!

PALAVRA, PALA, LAVRA...
PA... PALAVREANDO...

PALAVRA DO PROFETA, PALAVRA DO POETA
PALAVRA ERRADA NA HORA CERTA?
PALAVRA QUE NÃO VALE UMA MOEDA?

PALAVRA QUE ENGANA, PALAVRA LEVA À FAMA?
PALAVRA LEVA À CAMA?
PALAVRA LEVA À LAMA?

SUA PALAVRA DIZ QUEM VOCÊ É?
DIZ O QUE VOCÊ QUER?
PASSA SUA VISÃO?

O SILÊNCIO É PALAVRA QUE NÃO SAI DO PENSAMENTO.
A FALA É PALAVRA DEPOIS DE PENSADA.
DÁ PRA FALAR SEM PENSAR?
A PALAVRA PODE SER O SIM OU NÃO QUE RESPONDE A QUESTÃO?

AH!  DEIXA PRA LÁ!
SÃO SÓ PALAVRAS...
UM TEXTO E MAIS NADA.









Carlos Carvalho

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

PPRT! Educação pra quem?




Aqui, na primeira postagem de vinte vinte, temos um convite. Na verdade uma provocação! Mas, só um gostinho de uma discussão um pouco mais ampla(mesmo sendo breve). Pois, partindo dos conceitos de educação de Brandão(2013) e Paulo Freire(2018) pretendemos colocar interrogações, reflexões sobre o que está sendo vivido/lido/sentido/pensado por profissionais e estudantes do campo da pedagogia perpassando por uma breve abordagem da educação, da escola e do que essas palavras podem realmente significar ao estudarmos fragmentos da história do ensino formal no Brasil. Não esqueça de citar a fonte se usar em seus trabalhos escolares e boas reflexões! 


 EDUCAÇÃO? PEDAGOGIA? ENSINO FORMAL?

O fazer educação exige um pensar educação. Não pode haver separação entre eles. Teoria se faz ao escrever, sistematizar as práticas, bem como um resultado de determinado estudo, pesquisa, prática sistematizada pode auxiliar educadoras, educadores e educandos espalhados pelo mundo. Mas, peraê!!! Educação é o que mesmo? Educadores/as? Educandos? É muita questão!!! Iniciemos com Brandão(2013) trazendo pra gente um papo sobre como se faz a educação escolar. Abraça o papo:
A educação da comunidade de iguais, que reproduzia em um momento anterior a igualdade, ou a complementariedade social, por sobre diferenças naturais, começa a reproduzir desigualdades sociais por sobre igualdades naturais, quando aos poucos usa a escola, os sistemas pedagógicos e “as leis do ensino” para servir ao poder de uns poucos sobre o trabalho e a vida de muitos (BRANDÃO. 2013: 35-36)
Se liga no que esse cara tá dizendo. Pensemos as comunidades tradicionais indígenas e africanas como “comunidade de iguais”, por exemplo! Os saberes são para todos. Sem hierarquia social. Sem escola além da vida. Logo, sem ensino formal. Hum! Já deu pra perceber que vem caô ai! Já tem uma confusão formada! E é essa parada mesmo. A situação aqui  proposta consiste em provocação para estudantes profissionais de educação em geral, profissionais atuantes em ambientes formais de educação e simpatizantes. Mas, ambiente formal? “ensino formal? Que bagulho é esse? Volta Brandão(2013). Desenrola aí:
O ensino formal é o momento em que a educação se sujeita à pedagogia (a teoria da educação), cria situações próprias para o seu exercício, produz os seus métodos, estabelece suas regras e tempos e constitui executores especializados. É quando aparecem a escola, o aluno e o professor(BRANDÃO, 2013:27)
Bom até aqui a questão do surgir da organização escolar, do ensino formal tá rolando? Compreendido? Ao refletirmos sobre “o momento em que a educação  se sujeita à pedagogia” e o que antecede esse tempo que é a “educação na comunidade de iguais” já há indagações o suficiente para buscarmos mais bases pra essa conversa. E, sim! Vamos ampliar! Falando em pedagogia, bora destacar esse conceito aqui. Primeiramente com a obra História da Educação e da Pedagogia – geral e do Brasil de Maria Lúcia Aranha (2006) que destaca:
 a palavra paidagogos nomeava inicialmente o escravo que conduzia a criança, com o tempo, o sentido do conceito ampliou-se para designar toda teoria sobre educação. Ao discutir os fins da paideia os gregos esboçaram as primeiras linhas conscientes da ação pedagógica e assim influenciaram por séculos a cultura ocidental .(ARANHA, 2006: 67- 68)
Ora bolas, em nossas palavras iniciais discorremos sobre prática e teoria da educação. Ou seja, nossas primeiras frases são pedagogia pura! Mas, para além, tem uma outra visão que pode dar um caldo no nosso papo, como destaca o professor Muniz Sodré no trabalho intitulado Reinventando a Educação(2012):
Dizer que pedagogia é discurso implica que as práticas educativas se manifestam sob forma racionalmente linguística, podendo ser assim tanto objeto quanto sujeito de discurso. Ironiza Nietzsche num aforismo: “ Na Alemanha, somente há três tipos de profissões que falam muito: o mestre-escola, o pastor e a ama de leite”. Por meio do discurso pedagógico, a educação, no limite, fala de si mesma. E pode falar tanto de tal maneira que a pedagogia não raro envereda conceitualmente pelos caminhos de uma “teoria do ensino”, independente daquilo que se tem a ensinar. O discurso de algum modo “emancipa” o professor do conteúdo disciplinar específico, levando-o à capacidade suposta de “ensinar qualquer coisa”.(SODRÉ. 2012: 112-113)
 Ih gente!!!  Embolou o meio de campo? Calmaê! Esse papo de  pedagogia como teoria da educação e/ou como discurso nos coloca diante de um entendimento no qual ela(a pedagogia) é indispensável a prática educativa, sendo  teoricamente discursos montados para pensar educação(O que?), pedagogia(por que?) e chegar no ensino formal/na escola(pra quem?).
Mas, se em algum momento observaram o acumulo de conhecimentos/informações e criaram uma ciência para organizar formas de passar esses conhecimentos e informações adiante ou não, não poderia faltar o local no qual essas informações e/ou conhecimentos seriam ensinados ou escondidos. Logo academia, vulgo escola. Se tem escola, tem lei educacional. Então, vamos trazer pra esse desenrolo também as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica  que no texto da página 109 já inicia nossos apontamentos, uma vez que queremos provocar “ESCOLA?EDUCAÇÃO PRA QUEM?”. Vamos às Diretrizes:
As maiores desigualdades educacionais são encontradas entre ricos e pobres, mas elas também são grandes entre brancos, negros e outros grupos raciais e estão, por sua vez, particularmente relacionadas à oferta educativa mais precária que restringe as oportunidades de aprendizagens das populações mestiças e negras, ribeirinhas, indígenas, dos moradores das áreas rurais, das crianças e jovens que vivem nas periferias urbanas, daqueles em situações de riscos, das pessoas com deficiência, e dos adolescentes, jovens e adultos que não puderam estudar quando criança.(BRASIL, MEC, 2013).
E já mergulhando nessa parada, nesse pik aí, em tal perspectiva, adiante, vamos manter nossa a reflexão sobre desigualdade e escola na cidade do Rio de Janeiro  a partir de um episódio de mais de um século de história da educação brasileira mostrando sobre como aplicações de testes educacionais, nos quais  as escolas estavam inseridas nas décadas de 1920 e 1930,  balizavam  observações sobre como brancos e não-brancos,  ricos e pobres tinham  acesso  às  unidades escolares à época. Para investigarmos as origens das desigualdades sócio-raciais no âmbito escolar na realidade brasileira, especialmente da capital fluminense, recorreremos à  afirmação de Jerry Dávila (2006) em seu trabalho intitulado Diploma de Brancura, na página 207:
(...) as escolas da cidade estavam concentradas ao redor do centro e nos bairros nobres adjacentes da Zona Sul. Nos subúrbios, onde fica maior parte dos habitantes da cidade – os pobres e em geral não brancos – moravam, as escolas públicas eram raras. Nas favelas não havia escolas até a década de 1930. 
 O autor,  fortalecendo as ideias  sobre oportunidades de acesso à educação formal, pergunta : “Quem era o excluído?”(DÁVILA, 2006: 205)  O excluído do acesso à educação  se enquadra, por exemplo :  na categoria dos  “pobres” e  “negros”,  que recebiam à época “oferta educativa mais precária”, sendo eles ainda  “crianças e jovens que vivem nas periferias urbanas” “em situações de riscos”. Então ? EDUCAÇÃO PRA QUEM?
STOP! Calma! Quer continuar o texto, a discussão?
Manda um e-mail pra gente!  musicaeletramento@gmail.com
Ou deixe msm seu comentário! 
Bora desenrolar!!!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

M&L e Xavier : Vlw, valeu geral q chegou junto em 2019 !




Ano de 2019 chegando ao fim. Nós, aqui do Música & Letramento, não podemos deixar de agradecer a quem de alguma forma entendeu qual é a do desenrolo, se ligou no nosso trampo e chegou junto, fortaleceu para que pudéssemos colocar o papo reto na pista com atividades em cidades como Nova Iguaçu, Mesquita, Resende, Paracambi, Paraty, Rio de Janeiro, Belford Roxo, Queimados, Duque de Caxias e os demais municípios nos quais passamos.  

Agradecemos a “parceragem” inclusive por saber que o  inicio e o decorrer desses 365 dias  foram de acirramento das tensões para quem tem compromisso, comprometimento com educação, cultura e sociedade.

 Deixamos aqui um valeu grandão pra  vocês colaboraram muito na viabilização de atividades tais como: 
  • BATE PAPO COM O AUTOR E MOMENTO DE AUTÓGRAFO
  • RODA DE CONVERSA
  • OFICINA DE PERCUSSÃO
  • M&L SHOW
  • ESCOLA DE FUNK
  • PALESTRAS


E fica também o mesmo valeu grandão pra quem chegou junto adquirindo livros, camisas e bonés, convocando a gente pro papo (e compreendendo a importância e o compromisso da contra partida), doando instrumentos ou fazendo as várias paradas de uma vez.

Por isso, relembraremos aqui um pouco do que vivemos, lutamos  juntos durante  2019.
Valeu galera!!!


INSTITUTO IRAJÁ - ZONA NORTE DO RIO - FEVEREIRO 
Momento de muita troca e "provocação pedagógica" em Irajá. Em uma das primeiras reuniões de profissionais da unidade no ano, momento de preparação o Música & Letramento levou pra discussão o questionamento : Qual é o papel da escola e dos educadores diante de uma sociedade racista? 

Valeu a troca !

ESCOLA AQUARELA - PARACAMBI - FEVEREIRO 

Muito produtiva foram as atividades em Paracambi no mês de fevereiro. Aconteceu o M&L Show e em seguida um bate papo com duas turmas de sétimo ano e o autor Carlos Carvalho sobre questões da nossa sociedade racializada. Deixamos aqui nossos agradecimentos para a pedagoga Ana Paula e a garotada da Escola Aquarela! 

KEKERÊ - LAPA - RIO DE JANEIRO - MARÇO 

Convidados pela amiga Flavia Lopes, uma das organizadoras do evento de contação de histórias negras que aconteceu numa tarde de domingo no Centro Afro de Cinema Zózimo Bulbul, na Lapa,  nossa equipe contribuiu musicalmente com contação de histórias, oficina de ritmo e cortejo infantil com músicas autorais do projeto Música & Letramento e do projeto Nana & Nilo (de Sandro Lopes e Renato Nogueira). 

Agrademos a parceria! 

CRAS TERRAS DE MARAMBAIA - NOVA IGUAÇU - ABRIL
Convidados pela FENIG, na cidade de Nova Iguaçu, nossa equipe desenvolveu a contação de histórias do livro Xavier e em seguida o público bateu um papo com o autor Carlos Carvalho e os músicos Davi Sales e Ricardo Karvalho .

Obrigado!

E.M. METODISTA - QUEIMADOS - ABRIL 
Teve Escola de Funk com passinho, cantos e toque de tambores, teve contação da história do livro Xavier, teve apresentação de instrumentos de percussão, histórias de faraós e muito mais no Teatro metodista convidados pela gestora Ana Cristina. 

Valeu grandão galerinha, gestão e grupo de profissionais !!!


SARAU DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE SÃO JOÃO DE MERITI - ABRIL
Agradecendo e atendendo ao convite do amigo e escritor da Academia de Letras e Artes meritiense Ney Santos, o autor Carlos Carvalho participou do Sarau lançando o livro Música & Letramento - literatura afro-brasileira. 


 E.M ALAN KARDEC - QUEIMADOS - MAIO
Após chamado da coordenadora pedagógica Cidinha, rolou palestra, momento de autógrafos dos livros Xavier e Música & Letramento - literatura afro-basileira além de conversas informais com profissionais da educação sobre a lei  10.639/03 e seus efeitos em dias atuais. 

Depois disso, no mês de novembro, fomos novamente convidados. Dessa vez para realizar a atividade M&L Show com as crianças. Ao término da atividade o estudantes fizeram homenagens ao autor Carlos Carvalho lendo e cantando textos do livro M&L - Literatura Afro-brasileira ! Agradecemos a professora de Sala de Leitura do turno da tarde por acreditar no trabalho da garotada e agrdecemos também aos estudantes e todos os profissionais de educação da unidade escolar. 



ELIZO - ENCONTRO LITERÁRIO DA ZONA OESTE - PADRE MIGUEL - MAIO
 Na ELIZO participamos de uma mesa sobre literatura afro-brasileira atendendo ao convite de amigos escritores da Zona Oeste do Rio. Além disso, rolou também momento de autógrafos! A atividade contou com a presença de vários escritores de muitos cantos da cidade! 
Obrigado!

FEIRA DO LIVRO DE RESENDE – JUNHO
 Na FLIR - Feira do Livro de Resende - nossa equipe deu entrevista sobre o projeto, participou de roda de conversa sobre literatura negra junto da poetisa e autora Vanda Maria Ferreira e fez a contação de história do livro Xavier. 
No dia seguinte o autor Carlos Carvalho mediou uma mesa de conversa com o autor Gabriel Sanpêra e com as escritoras  Eliane Alves Cruz e Luciene Nascimento. 
Obrigado!
CIEP CONSTANTINO REIS –  BELFORD ROXO – JUNHO
Convidados pela Divisão de Leitura da Semed Belford Roxo fizemos a contação de história do livro Xavier e um pouco da dinâmica do Escola de Funk com estudantes de várias escolas na quadra lotada do CIEP. A garotada chamou no passinho, na voz... 
Foi funk!!! Valeeuuu!

E. M. DEOCLÉCIO DIAS MACHADO – MESQUITA – JUNHO
Na cidade de Mesquita aconteceu uma roda de conversa com profissionais da educação sobre branquitude, racismo e o Escola de Funk. Convidado pela professora e  Debora Silva o autor Carlos Carvalho levou para a troca com o grupo bases teóricas, trabalhos de pesquisas dos professores Richard Santos(Branquitude e Televisão), Muniz Sodré(Pensar Nagô), entre outros textos balizadores do trampo, da caminhada do M&L.  Nesse dia o autor foi surpreendido pelo grupo, pois as profissionais convidaram  um estudante  para fazer a leitura do livro Xavier !  
Agradecemos a troca!

E. M. KERMA MOREIRA FRANCO – AUSTIN – NOVA IGUAÇU – JULHO
Nossa equipe foi muito bem recebida pela professora Jessica Martins Ferreira, responsável pela organização da atividade na unidade escolar. Antes de iniciar nosso trabalho com a atividade M&L Show, fomos surpreendidos com uma linda apresentação dos estudantes da turma da prof. Jéssica que coreografaram a música Salve a Mãe Natureza do MC Jt Careca. Após a demostração das crianças e a atividade do M&L Show fomos convidados para um bate papo com estudantes e comunidade escolar. 
Muito obrigado! 

FLIP PRETA – QUILOMBO DO CAMPINHO – PARATY – JULHO
 No Quilombo do Campinho a garotada cantou, dançou, trocou informações e tocou instrumentos a partir da atividade M&L Show. Agradecemos o empenho e esforço da professora Rita Moraes que nos contactou e também nos recebeu muito bem! E não podemos deixar de agradecer a criançada que chegou junto na troca de energia! 

E. M. PRISCILA BOUÇAS – BELFORD ROXO – JULHO 
 Dia de troca de ideias sobre racismo, branquitude e educação na comunidade do Castelar com profissionais da E.M. Priscila Bouças, atendendo um convite e agradecendo a recepção da diretora Andrea Leite e de toda sua equipe de gestão. Obrigado por proporcionar tal troca ! 

FLIPA – PARACAMBI – AGOSTO
 Na FLIPA participamos do sarau com textos do livro M&L - literatura afro-brasileira e da roda de conversa com outros autores e autoras falando um pouco também sobre o Xavier, a atividade nas unidades escolares. Obrigado a Ana Paula, Adriana e toda equipe que cuida da FLIPA - Paracambi! 


CIEP THOMAS JEFFERSON – RIO DE JANEIRO – SETEMBRO
Aqui agradecemos a professora Jessica Fernandes por nos dar a oportunidade de trocar ideia sobre racismo com a galerinha do CIEP de Realengo. A troca foi muito boa. Conversamos sobre religiões, preconceito, racismo, branquitude...   A galerinha colocou bem situações de vivências que ilustravam os conceitos abordados. Após a conversa fomos para a oficina de percussão com o grupo. Aí entrou em cena o Escola de Funk (com um pouco da história do gênero, de Mcs, trabalho com o ritmo e com a rima). Valeu grandão galerinhaaaaaaaaa e professora Jéssica!

CASA DA RUA DO AMOR – RIO DE JANEIRO – SETEMBRO
 No Rua do Amor, nº 3, Santa Cruz, aconteceu um Workshop com troca de ideias, conceitos e práticas de instrumentos afrodiaspóricos, falando de ritmos do Rio de Janeiro. Levamos a reflexão sobre o conceito de letramento e a relação racializada na história da música carioca. Agradecemos o convite da direção da Casa a Rua do Amor ! Valeu Rodrigo! 

CASA COM A MÚSICA – GRUPO UJIMA – SETEMBRO
Com o grupo Ujima o trampo foi falar de Ritmos Afrodiaspóricos com a galera que esta em permanente formação para contação de histórias. Valeu Sinara Rúbia, Maíra Oliveira e as demais participantes do bonde pela possibilidade de troca ! 

CIEP 113 – COMENDADOR SOARES – NOVA IGUAÇU – SETEMBRO
A diretora Ruth Brasil da Silva enviou para nossa equipe um convite para participarmos da atividade Papeando com os Autores no Ciep 113. E lá fomos nós colocar o Escola de Funk na pista e trocar ideia com adolscentes da unidade escolar. A galerinha ilustrou bem o papo com algumas perguntas e relatos vivências. Aqui fica o nosso muito obrigado para todos que nos receberam muito bem! Tmj!
Valeu diretora Ruth! 

E.D.I ANNA DE BARROS - COELHO NETO - RIO DE JANEIRO - OUTUBRO
Estivemos também no mês de outubro no Espaço de Desenvolvimento Infantil Anna de Barros, na Zona Norte do Rio. Lá, convidados pela diretora Wanda e pela coordenadora Sharlene, nossa equipe trabalho uma oficina de cofecção de instrumentos musicais com materiais reutilizáveis. 
A garotada fez e tocou seus instrumentos. A oficina funcionou com a equipe indo de sala em sala e dando 25 minutos de confecção de instrumentos e aula de ritmo. No final da tarde todas as turmas tocaram e cantaram juntas no pátio da unidade escolar com um nível de concetração muiiiito bom. Nossa equipe, nós daqui do M&L agradecemos muito a oportunidade de fazer esse som com a criançada!!! 

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO RANGEL PESTANA – NOVA IGUAÇU – OUTUBRO 
Mais uma vez o Escola de Funk partindo para Nova Iguaçu, dessa vez convidado pelos estudantes do IERP. Troca boa sobre os conceitos de racismo, branquitude, história do funk, práticas escolares e fundamentação teórica...  Papo muito bom !
Obrigado galeraaaaa! Valeu profª Adriana que deu um suporte na atividade com xs mais de 300 estudantes !!!

E.M. ROTARY – SANTA CRUZ DA SERRA - DUQUE E CAXIAS – OUTUBRO
 Pela primeira vez em Caxias, fomos para Santa Cruz da Serra, Escola Municipal Rotary, muito bem recebidos pela equipe de docentes e profissionais de educação da unidade escolar. Ao conhecer a proposta da primeira Feira Literária do espaço educacional, proposta criada de um incomodo em relação a impossibilidade de ir para a Bienal do livro ficamos encantados em ver todo o trabalho desenvolvido naquela unidade e felizes de poder fortalecer o trampo da escola nesse sentido. Na parte da manhã, fizemos a contação de história do livro Xavier e o M&L Show! Já na parte da tarde rolou o Escola de Funk com a garotada do Fundamental 2. 
Vlw galerinhaaaaaa e todxs xs profissionais de educação da Rotary !!!

VIRADÃO SUBURBANO – CASCADURA – RIO DE JANEIRO – NOVEMBRO
Convidado pelo irmão e escritor Philippe Valentim nosso bonde chegou pra fortalecer e ser fortalecido pela atividade do Viradão da ZN, do subúrbio, RJ. Lá trocamos ideias com vários autores, autoras e projetos. Dentre eles, destacamos aqui As Pretinhas Leitoras. Quem ainda não conhece essas meninas dá uma busca no insta ou facebook. Ah! Aproventem e vejam também o nosso @musicaeletramento. Ah acessem também o livro Favela Em Mim da editora Oriki e do Ilustrador Cau Luis com vários irmãos  e irmãs faveladxs escritorxs! 

Muito felizes em participar do primeiro momento do Viradão Cultural Suburbando. Que esse projeto cresça! Valeu mano veio Philippe ! TMJ! 

E.M. BOLÍVIA – MORRO DO JURAMENTO – RIO DE JANEIRO – NOVEMBRO
Atendendo a convocação para revisitar uma escola em que já estivemos em 2012 com o Escola de Funk e 2017 com o M&L Show, fomos ao Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio de Janeiro para trocar uma ideia com a garotada e profissionais da educação sobre racismo, história negra no Brasil através do som do funk, do rap, do samba...   Da música afro-brasileira com o M&L Show! A galerinha, cantou, dançou, tocou instrumentos, atuantes, surprendentes...
Valeu muiiiiito E.M. Bolívia !!!
CRECHE E PRÉ-ESCOLA PINTINHO AMARELINHO – BELFORD ROXO – NOVEMBRO
Através do contato da professora Jurema Rufino chegamos mais uma vez em São Vicente, na Creche e Pré escola Pintinho Amarelinho. Muito bacana a oportunidade de trocar um som com a criançada do berçario e as demais crianças e profissionais de educação. Fizemos também a contação de história do Xavier e um bailinho com a molecadinha!!!
Muito obrigado ! 
LER – BIBLIOTECA PARQUE - CENTRO DO RIO – NOVEMBRO
Fizemos nossa participação, provocação pra quem passou pela LER. Evento voltado para literaturas que de uma forma geral nos faz refletir, pensar na participação ou não de um espaço tal qual uma vez que nossa pegada de trampo está mais articulada com instituições escolares. Sem essa de ocupar espaços, ligados, ligeiros, sabendo onde estamos pisando, fomos! 

Agradecemos a troca com o público presente e o convite do amigo Juca Ribeiro!

E.M. CRUZEIRO DO SUL – MESQUITA - NOVEMBRO
A equipe chegou em Mesquita sendo muito bem recebida pela professora Talita e a equipe de gestão da E.M. Cruzeiro do Sul. Após a recepção organizamos a cena e recebemos a criançada para iniciar as atividades do M&L Show. E assim foi. Falamos do rap, do samba, do pagode, fizemos a contação de história do livro Xavier, contamos um pouco de história do Egito, apresentamos instrumentos afro-brasileiros e africanos. E na parte da tarde com o Fundamental 2 falamos mais do projeto Escola de Funk. O público cantou energizado a música Identidade do compositor Jorge Aragão, na levada do Ijexá, ritmo nigeriano que chegou ao Brasil através das religiões de matrizes africanas. 

Muiiiiiiiito obrigado E.M. Cruzeiro do Sul !

E.M. EUCLIDES ROXO – BARRA DE GUARATIBA  - NOVEMBRO
Convidados pela professora de artes Priscilla Corrêa chegamos no bairro de Barra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio. Lá o M&L Show foi energizado com uma criançada vibrante falando sobre samba, pagode, rap, funk, histórias do Egito, conhecendo instrumentos afros e participando da contação de histórias do livro Xavier. Ao término da atividade rolou o momento de autógrafos para a molecadinha. Foi muito bom poder sentir nos olhares a troca e contribuição do nosso trampo nas atividades já desempenhadas pela professora Priscilla.
Muito obrigado genteeeee! 

CURSO AÇÃO – CAMPO GRANDE – RIO DE JANEIRO – DEZEMBRO
Convidado pela coordenação e gestão do Curso Ação, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o Música & Letramento chegou com a palestra(no detalhe da sala arrumada na foto antes do texto) de mesmo nome, abordando práticas do processo nesses quase 10 anos de vivências educacionais trazendo junto parte da base teórica. Foram discutidas bases importantes como o ECA, a LDB e autores tais quais Brandão, Paulo Freire, Muniz Sodré e outros teóricos de música e educação. 

Valeu Curso Ação !!!














quinta-feira, 28 de novembro de 2019

ESCOLA DE FUNK NO CIEP 113 - Comendador Soares


Vários desenrolos com essa galera do CIEP 113 em Comendador Soares - Nova Iguaçu, na sexta (20/09). Teve o olho no olho, o papo reto, o desenrolo sobre o sistema de opressão, o racismo institucional, a abordagem sobre o mito da democracia racial, a representatividade na literatura, na música, o embranquecimento, a criminalização, eugenia, fatos e dados históricos, genocídio preto, sistema prisional...


Perguntas do tipo "quando você começou você pensou que estaria aqui?" Ou sobre o ritmo binário e origens do samba, questões sobre o preconceito racial nos gêneros musicais funk e samba e o que o racismo acarreta na vida de funkeiros e sambistas em tempos atuais...

Mas, além disso teve também o conhecimento sobre a história dos ritmos e dos instrumentos. Teve corpo balançando ao som do maculelê, teve a garotada na boa batucada finalizando e ratificando tudo que já havia sido dito e sentido. Energia, axé, funk, samba, afoxé...

VALEU GALERA!!! TMJ!
Vamos trocando!