terça-feira, 12 de novembro de 2019

VIRADÃO CULTURAL SUBURBANO 2019


Davi Sales, Boneco Xavier(no centro), Carlos Carvalho.

O primeiro Viradão Cultural Suburbano foi fora do comum. Ficamos muito felizes com a oportunidade de troca, de conhecer novos parceiros e de rever antigos irmãos de luta. Convidada pelo amigo Valentim  a equipe do M&L atendeu de pronto e partiu pra fortalecer e ser fortalecida na programação do dia 9/11/19 no Suburbô. 



O dia começou com um bate papo com as meninas Eduarda e Helena Ferreira, do canal Pretinhas Leitoras. As meninas explicaram o projeto que nasceu no morro da Providencia e responderam perguntas ao público. Na sequência trocamos uma ideia com a galera sobre os caminhos do Música & Letramento e do Xavier !

Cau Luis, Daniel Brasil, Carlos Carvalho. 

A programação seguiu com várias mesas e lançamentos como o do livro Favela em Mim do irmão @cauluis, do poeta Daniel Brasil e dos demais poetas favelados, entre várias outras paradas !

Sobre o Viradão Cultural Suburbano e a possibilidade dos encontros. Só troca boa! Muito obrigado mano Davi Sales! Muito obrigado irmão Philipe Valentim pelo convite! Tmj sempre! Valeu @pretinhasleitoras pelas aulas! Agradecemos também ao irmão Flávio Braga que admiro muito pelo cuidado e carinho com o projeto.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

EUGENIA E MONTEIRO LOBATO. A literatura como instrumento do racismo no Brasil.


Sabe o Lobato? Maior zé vacilo! Racista de mão cheia! Acha que é caô?

Ah! Pode crer! Posso ser só mais um querendo aparecer. Blz! Mas, então desenrola aí com o que o próprio Lobato Escrevia. E se depois disso vier com papo de “homem do seu tempo”, tudo bem também. Mas, assuma seu lado racista.  Assuma que quem é fã de carteirinha e defensor de  Lobato (com o papo de “o homem do seu tempo – argumento vazio, pra não dizer vergonhoso) é de um posicionamento sinistro mano.

Ah! Tem quem diga: Mas, não to defendendo Lobato, to defendendo a obra dele ...(blá, blá, blá)
Só não dá pra manter todos esses argumentos e dizer no final desse texto que não é racista e não é eugenista (ideia que Lobato defendia muito bem). Até aqui, você que me lê na intenção de defender o “grande escritor brasileiro” pode até  não saber bem o que está fazendo (eu disse até aqui). Já o autor endeusado pela educação nacional não perdeu tempo. Atividade aí no papo do Sodré:

Monteiro Lobato – escritor infantojuvenil (logo, um educador heterodoxo) de maior sucesso em sua época e depois, para quem era difícil “ser gente no concerto dos povos” com negros africanos criando aqui “problemas terríveis” – dizia em carta ao amigo Godofredo Rangel que “a escrita é um processo indireto de fazer eugenia e, no Brasil, os processos indiretos “work” muito mais eficientemente”.
Lobato era um militante do movimento eugenista. “Processo indireto” é, para ele, o racismo sem doutrina gritada, da cordialidade patronal ao paternalista ( tanto em que seus textos ficcionais se pode encontrar um ambíguo afeto para com os negros) e presente de modo oblíquo nos discursos, que transitaram de fins do século XIX até o terceiro milênio. Esses discursos, que atingem a consciência infantil com toda a carga emocional dos estereótipos, recalcam a importante história da participação de negros e mulatos nas técnicas, artes e letras de elevado alcance simbólico na sociedade brasileira. (SODRÉ. 2012: 134)
Monteiro Lobato, além de ter sido militante do movimento eugenista foi admirador e parceirão do pai da eugenia no Brasil. Tá ná dúvida?
Vê o link:



 Gente, prometo que não vou ficar aqui fazendo texto tendencioso. Mas, a questão que me preocupa e que deveria preocupar toda sociedade brasileira também é que tem gente que defende os atos de Lobato como "a literatura daquele tempo", "um homem de seu tempo", entre vários outros caô. Volto a dizer, antes de ler aqui, dá pra defender fingindo não saber, mas após essas informações deve ficar um pouco mais difícil não exalar racismo ao defender o "nobre" autor.  Vejamos o que o "nobre" homem de qual estamos falando escreveu sobre Machado de Assis:


 A carta está na matéria do link seguinte: 




 Há pessoas que defendem que o autor foi muito importante para o país. Logo, para essas pessoas a  "simpatia" do autor  com a eugenia, branqueamento e seu racismo nas obras não apagam tudo que ele fez para o Brasil. Como podemos conferir na reportagem do próximo link: 




Mas, na moral : “Racismo é racismo, ponto. Temos que combatê-lo”(RAMOS, 2017:73). E, é opondo-se a ele e toda estrutura nacionalmente racializada  que tamô aí! Pra além disso, é estranho ver pessoas defendendo o que o próprio Lobato nunca quis esconder. Esquisto isso! Mas, vamos observar agora trechos de algumas obras :



Eu poderia ter parado aqui na "negra de estimação". Dá pra dizer que isso é sem querer? O que chamamos de estimação na nossa casa? Ou pensemos ainda, dá pra dizer que é só birra de uma boneca sem educação e desbocada falando? Mas, adiante:


"Sinhá" era como uma escravizada deveria se referir a uma branca, "dona" da escravizada. Se a personagem Tia Anastácia não era escrava de D. Benta qual motivo faz com que o autor use a palavra "sinhá" no texto como uma fala da Tia Anastácia? Algo normal da época? 


Deve ter gente pensando que to implicando com um clássico, tipo "quem é esse aí zoando Lobato"?
Mas, continua vendo: 


Sobre esse trecho? Pensa aí! Porque na próxima imagem veremos só mais uma brincadeira da boneca de pano. E foram esses textos que ajudaram e ajudam a formar o imaginário infantil e juvenil através da literatura. 


Bom quem quiser defender, que defenda ! E só pra lembrar que essa discussão não é nova (já dava pra ter parado de passar vergonha  e exalar racismo pelos poros antes). Olha o que se discutia em 2011:


Pois, quem trabalha ou é da família e/ou entende Lobato como clássico da literatura vai continuar defendendo mesmo. Destaco aqui um posicionamento importante para crianças afro-brasileiras.Uma vez que não há professorxs preparadxs para fazer a abordagem de forma crítica. "Obras" como as citadas aqui não devem ser apresentadas. 

Ah! Pra fechar, um exemplo.  Um professor de uma das escolas as quais trabalho colocou uma das obras citadas aqui para serem trabalhadas. O trabalho de conscientização não foi feito por ele. Tive a oportunidade de ler trechos da obra aos estudantes, a turma já havia lido o livro. E somente uma aluna da turma relatou ter sentido que algo não estava bem nos trechos racistas. A aluna é negra. Expor nossas crianças e jovens a esse tipo de material sem conversa sobre e querer assimir o que Lobato sempre assumiu. Pois dizia ele que:  “a escrita é um processo indireto de fazer eugenia e, no Brasil, os processos indiretos “work” muito mais eficientemente”.


ALGUMAS REFERÊNCIAS: 

  RAMOS, Lázaro. Na minha pele. Rio de Janeiro. Editora Objetiva. 2017.

SODRÉ, Muniz. Reinventando a educação: diversidade, descolonização e redes. Petrópolis, RJ.
 Vozes. 2012.
LOBATO, Monteiro. O Minotauro. São Paulo. Globo 2010. 






Carlos Carvalho 


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Palestra Música & Letramento em Belford Roxo


No dia 30/07, o projeto Música & Letramento participou de uma troca de ideias importante com profissionais da Educação da Escola Municipal Priscila Bouças, na comunidade do Castelar em Belford Roxo. A palestra abordou as bases legais como o Estatuto da Criança e do Adoslencente - ECA - e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB - para fundamentar o trabalho com a cultura local, com o compromisso de uma educação não excludente, educação antirracista. 

Um dos exemplos de prática educativa que nasce desse pensamento, do fundamento da cultura local, da cultura e representatividade afro-brasileira não folclorizada citado na palestra é o projeto Escola de Funk. É nele que estudantes conseguem se ver como autores e produtores de sua própria cultura, além de se verem respeitados no ambiente escolar.


A conversa foi iniciada com um pouco da história de vida do funkeiro, sambista, professor, pesquisador, pedagogo, músico e escritor Carlos Carvalho Xavier. Desde os tempos de participação como compositor e cantor no grupo de Funk no final dos anos 1990, passando por violonista no grupo de samba até ser professor de música em vários cursos livres pela cidade do Rio de Janeiro. Logo em seguida, foi colocada uma reflexão sobre como os considerados grandes nomes da música e literatura infantil e infantojuvenil (Monteiro Lobato, Vila Lobos e Vinicius de Moraes, por exemplo )atrapalham o processo educacional de crianças e jovens por esses "artistas" trabalharem dentro de uma ótica racializada, na qual a cultura afro-brasileira é marginalizada ou vista como meramente folclore por esses e outros autores. No fim, ficamos com informações e indagações de como a escola tem pensando sua comunidade e como ela pode  (re)pensar e agir diante de uma outra perspectiva educacional.

Nos exemplos práticos composições tais quais o Pagode da Higiene, a música Dengue Não, o Funk da Familia e o rap Para a Paz, 5 Vogais auxiliam a contar a história dos gêneros músicas e da cultura negra/preta no país..

Valeu pela recepção e troca Equipe de Educação da Escola Municipal Priscila Bouças! Fica aqui o nosso agradecimento !



Seguimos fazendo, pensando e praticando uma educação num caminhar antirracista, uma prática educativa que faça com que a gente possa aprender mais com estudantes !

sexta-feira, 26 de julho de 2019

FLIP PRETA - Xavier no Quilombo do Campinho - Paraty - RJ



Pensar a participação na primeira FLIP Preta, organizada entre outros, pelo coletivo Articula Preta e pela galera do Quilombo do Campinho(local onde aconteceu o evento) é refletir também sobre toda a importância desse evento para a cidade de Paraty, para os/as artistas afro-brasileiros/as que lá estiveram apresentando seus trabalhos diante de uma atmosfera acolhedora, muito significativa e carregada de ancestralidade. Além disso, não podemos esquecer o significado e simbologia da palavra quilombo para o povo preto. Quilombo é resistência, assim como a arte negra tem sido ao longo desses tempos.


Em um dos comentários em minhas postagens nas redes sociais, uma pessoa me parabenizava pela participação na FLIP dizendo que meu talento não dependia de cor e de raça. Ela, certamente não entendeu nada! Pois, existe um propósito na minha forma de caminhar artisticamente. Seja como músico, professor ou escritor, como afro-brasileiro que sou, em permanente processo de desenvolvimento da consciência negra é que sei que minha arte não é minha. Pois, muitos morreram na batalha antes para que hoje eu pudesse dar continuidade. Trata-se de um compromisso com ancestral A cada instrumento musical e ritmo tocado. Sempre digo isso em palestras e rodas de conversas as quais trabalho e participo. A intenção é deixar evidente que esse trampo só rola pela compreensão, pelo letramento, pela leitura completa dessa sociedade na qual estamos inseridos e pela minha obrigatoriedade em realizá -lo.

Voltando diretamente a participação na FLIP Preta, ao Quilombo do Campinho, o que rolou por lá foi uma troca muito boa de energia com a criançada, uma oficina musical, a contação de história do livro e no bate papo, na conversa com adultos falei sobre o caminhar artístico do projeto Música & Letramento, de como o livro Xavier foi importante na complementação do projeto e dos desafios e oportunidades de ser um artista afro-brasileiro preocupado com a questão de um país racializado.


A galerinha tocou instrumentos ancestrais como o agogô ou o Djembe, cantou em ritmos como Afoxé, maculelê, pagode e samba e aguçou a curiosidade durante a contação de história do livro Xavier.

Para a toda organização da FLIP Preta 2019 deixo um grande agradecimento por poder participar do momento único de construção da primeira FLIP Preta, por viver momentos de troca tão intensa e significativa na vida. A cada olhar e sorriso. Agradeço a professora Rita do Coletivo Articula Preta pelo convite e parceiria. Agradeço a geral que soma no trampo entendendo de que forma cada qual precisa se comportar no fazer diário de uma educação inclusiva, antirracista.
#quilombodocampinho
#musicaeletramento
#educacaoantirracista

quinta-feira, 27 de junho de 2019

FLIR - Xavier e M&L em Resende - 2019

Dias 8 e 9 de junho nós da equipe M&L participamos da Feira do Livro de Resende, cidade da região do Vale do Café no Estado do Rio de Janeiro. Saímos do bairro de Pavuna - zona norte do Rio de Janeiro - na manhã do dia 8 para cumprir o primeiro compromisso no mesmo dia. A apresentação da ação educativa M&L - Música & Letramento.



Ao chegar na FLIR, no dia 8, antes do primeiro compromisso conhecemos o menino Nicolas Reis, morador da cidade de Três Rios e escritor do livro Sonho. Nicolas nos contou que tem 10 anos e escreve desde os 5.


Depois disso, Iniciamos nossa participação às 13hs na Flirzinha com a ação educativa do M&L junto do músico Davi Salles e o autor Carlos Carvalho. A ação tem atividades de contação de história, musicalização infantil e canções do projeto Escola de Funk com o objetivo de conscientização sobre a importância, resistência da cultura preta no território nacional, pensando a representatividade dos afro-brasileiros não folclorizado na literatura infantil, nos brinquedos e na vida. Tudo isso aconteceu no Espaço Flirzinha com o registro de imagens amiga e escritora Cris Ávila📸

Na sequência, encerramos nossa participação no dia 8/06 na roda de Conversa sobre literatura preta que aconteceu no Auditório Literário às 15hs junto da autora mineira Vanda Ferreira e do autor Carlos Carvalho #xavier. Além disso, rolou uma rápida entrevista para a produção do evento(tudo isso registrado nas fotos de Davi Salles📸).

Na manhã de domingo foi o momento de participação no Espaço do Escritor com exposição dos livros📚 🎶 M&L Literatura afro-brasileira e 📚💚Xavier. Espaço que possibilitou troca de ideias, apresentação dos Livros, autógrafos...

Ainda no domingo(09/06), parte da tarde, no espaço Sesc da FLIR 2019 estivemos com xs escritorxs Luciene Nascimento, Eliana Alves Cruz, Gabriel Sanpêra e o autor Carlos Carvalho fazendo a mediação da mesa: Visibilidade Negra na Literatura e Redes Sociais. 
Sobre os assuntos da mesa: Conversa sobre vida e trampo dxs autorxs, questões do privilégio branco e as interferências no trabalho, escritorxs que inspiram nossas escritas...

Muitos papos necessários! 


✊🏿📚


Um agradecimento especialíssimo ao irmão Davi Salles da equipe M&L !
Valeu galera!

segunda-feira, 24 de junho de 2019

M&L no CIEP Constantino Reis- Belford Roxo -RJ


No dia 14/06 nossa equipe chegou junto no evento da Divisão de Leitura da Semed Belford Roxo no CIEP Constantino Reis, bairro de São Bernardo. Uma amostra de final de semestre do trabalho das dinamizadoras e dinamizadores de Leitura das escolas da rede municipal.

A equipe do M&L fechou os trabalhos com atividades do projeto Escola de Funk e a contação de história do livro Xavier. Iniciando com exercícios de aquecimento com o boneco Xavier, passando pelos ritmos do rap e do samba até chegar na fala sobre o conceito mais amplo de família em sociedades tradicionais africanas. No final  falamos da história e explicação do funk como cultura preta, destacando que devemos combater o racismo da nossa sociedade que aparece em forma de "não gostar" de gêneros musicais produzidos pela cultura afro muitas vezes. 


A galerinha cantou, dançou...
Virou um grande baile! 
É luta que segue! 


sábado, 2 de março de 2019

Música & Letramento e Xavier em Paracambi - RJ



2019 chegando com notícia bacana! A Escola Aquarela em Paracambi vai trabalhar com o Xavier para turmas de 7º ano. Por isso, fomos convidados para trocar uma ideia com a galerinha sobre o livro, fazer o momento de autógrafo e fazer também o Música & Letramento Show. Tudo isso aconteceu na manhã do dia 6 de fevereiro.

Começamos o papo com muita música preta. Com um pouco da história do rap e do samba. Na sequência conversamos também sobre fatos históricos do continente africano. Em seguida, juntos dos músicos Davi Salles e Ricardo Karvalho partimos para o momento do Escola de Funk - contando a história do gênero e chamando o público para dançar, cantar e tocar os instrumentos com a gente.

No bate-papo com o autor a galerinha e professoras da unidade puderam conhecer mais sobre o livro e sobre as questões raciais na sociedade brasileira. Uma garotada de 11 e 12 anos discutindo o racismo como sistema de poder é importante de mais pra não repetirem as aberrações atuais de muitos adultos. O futuro está na molecadinha. Foco neles.
Quer trocar uma ideia?
É só chamar no desenrolo !

musicaeletramento@gmail.com 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Retrospectiva Música & Letramento 2018

Geeeente!!!
Vamos começar 2019  juntos com o Xavier relembrando  aqui imagens de alguns trampos durante o ano de 2018 ?
Foi um ano de muito trabalho de literatura, música, educação antirracismo e de valorização da cultura afro-brasileira! 
Obrigado!




Circuito de Contação de História Sônia Rosa com Grupo Ujima 
Fevereiro - Tá NaRua - Centro - Rio de Janeiro - RJ




Semana da Poesia
Março - E.M. Deputado Oswaldo Lima - São Bernardo -  Belford Roxo - RJ




M&L Show
Abril - Instituto Irajá - Bairro Irajá - Cidade Rio de Janeiro - RJ



Mesa sobre Inclusão
Abril - Uniabeu - Bairro Centro - Cidade de Belford Roxo - RJ






Escritores da Baixada na Ler - 
Maio  - Biblioteca Parque Estadual - Central - Rio de Janeiro




M&L Show 
Maio - E.M. Monteiro Lobato - Queimados - RJ



OFicina M&L
Maio - Paciência - Rio de Janeiro - RJ




M&L Show 
Junho - E.M. Ana de Barros - Coelho Neto - Rio de Janeiro - RJ




M&L Show
Julho - E.M. Ministro Afrânio Costa - Penha Circular - Rio de Janeiro - RJ





 M&L Show
Agosto - E. M. Cristóvão Berbereia - São João de Meriti - RJ




M&L Show
Setembro E. M. Paula Fonseca - Colégio - Rio de Janeiro - RJ





Mesa Africanidades 
Outubro - Uniabeu - Centro -  Belford Roxo - RJ



M&L Show 
Outubro - E.M. Apolônio de Carvalho - Vila do céu - Rio de Janeiro - RJ



M&L Show
Outubro - E.M. Mozart Lago - Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro - RJ



Encontro Pra Batucar 
Novembro - Lançamento do livro Música & Letramento - literatura afro-brasileira.
Espaço Zuzu Olukemi - Irajá - Rio de Janeiro - RJ


Oficina M&L
Novembro - C.E. Frei Henrique - Duque de Caxias - RJ





M&L Show 
 Novembro - Creche Escola Pintinho Amarelinho - São Vicente - Belford Roxo - RJ



FLIPA - Feira Literária de Paracambi 
Novembro -Centro - Paracambi - RJ



Lançamento do livro M&L - Literatura afro-brasileira
Novembro - FLIPA - Paquetá - RJ 



Agenda de dezembro de 2018.

2019 está só começando galera. Segue lá no Insta @musicaeletramento. Siga também as #musicaeletramento  e #livroxavier.